cover up

Tattoo sem tabu - Cover up

11:43



Há uma verdade universal sobre que "a primeira a gente nunca esquece", seja para primeira bicicleta, primeira escola, primeiro beijo, primeira transa, primeiro salário... E porque não, a primeira tatuagem. E/ou o primeiro cover up.


Ah, minha primeira tatuagem... Cheguei no estúdio de um dos tatuadores mais antigos e conhecidos da minha cidade e dei de cara com uma cena típica de cinema mesmo, pessoas bebendo e fumando, rindo e falando palavrões, todos cheios de tatuagens. O tatuador fez um decalque do desenho que eu tinha escolhido, uma libélula simbolizando a liberdade e a independência que eu estava conquistando aos meus 17 anos. Começou a tatuar em minha nuca com uma mão enquanto segurava o copo de cerveja e um cigarro na outra. Foi tão emocionante que não que senti dor alguma!

Cuidei muito bem dela e nem se quer ousei tomar sol até que ela estivesse totalmente cicatrizada. Ainda assim, o que era para ser uma linda e delicada libélula, ficou mais para um grosseiro pernilongo gigante com asas cor-de-rosa. Cansada de tanto levar tapas na nuca enquanto escutava "olha o mosquito", decidi cobrir essa tattoo.

A essa altura, eu já tinha outras duas tatuagens feitas por um outro tatuador que tomei o cuidado de checar as referencias e o estúdio antes de me aventurar. Escolhi fazer uma coroa, que para mim é um lembrete do poder que temos sobre nós mesmos e nossos atos, assim como a responsabilidade de arcar com as consequências. E desta vez o resultado foi bem satisfatório!




Quem nunca fez algo por impulso e se arrependeu depois, que atire a primeira pedra. Vivo dizendo que esse lance de tatuagem é um negócio sério e que precisamos pensar pelo menos doze vezes antes de sair se rabiscando (porque depois da primeira, da vontade de sair por ai feito gibi). Mas em minha defesa eu prego isso com toda certeza porque também já fiz um cover up. 

Foi minha segunda tatuagem. A primeira já tinha ficado como queria e eu pensei "quero fazer outras". Fui a um estúdio aqui da minha cidade, mas nem me preocupei em ver o trabalho do cara antes (eles tinham nome). Meu primeiro tatuador tinha viajado para a Espanha pra tatuar os gringos por lá, me senti abandonada e fui procurar outro. Quando cheguei lá o tatuador responsável não ia poder me atender, pediu pra outro cara. Tudo bem, eles tem nome, os caras são bons. Não, não eram. 

Minha intenção era de tatuar o símbolo do infinito, representando meus pais e todo aquele lance de amor infinito. Mas o caso é que ele ficou parecendo mais um 8 no meu pulso. Então, cansada de ouvir isso também. Resolvi cobrir tudo e não gerou nem um pouquinho de arrependimento. 



Então, devo dizer que nós tivemos muita sorte. Não é toda tatuagem que você consegue cobrir e gerar resultados satisfatórios. Então todo cuidado é pouco, tá? 

E se você tem qualquer dúvida ou insegurança, ou até dica, sobre esse assunto pode mandar pra gente! Nosso contato está aqui no cantinho direito 

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