#stopbullying

Documentário - Preconceito religioso contra as maiorias

13:58


Continuando com o Projeto #StopBullying hoje eu trouxe um documentário que mostra como vivem as pessoas que colocam suas crenças acima de todas as outras pessoas. Sou católica e batizada na igreja. Já frequentei centro espírita, igreja evangélica e todas as variações católicas possível e sei que em toda e qualquer religião existem pessoas que se colocam acima das outras por crer em algo específico. O que acho extremamente fora do conceito do que deveria ser a religião, já que assim ao invés de juntar acaba afastando ainda mais as pessoas. Os países árabes que o diga. (Vi essa matéria lá no Hypeness)

O jornalista americano Louis Theroux foi até o Kansas numa tentativa de documentar sobre uma família específica que frequenta a igreja Westboro Baptist Church. Essa igreja, religião, seita ou qualquer nome que se encaixe na descrição, tem o conceito de oposição extrema à homossexuais. Mas calma que ainda pode ficar pior. Sabe quando eu sempre digo que você não precisa aceitar, apenas respeitar o outro já é o suficiente? Então, segundo eles essas pessoas que aceitam, respeitam ou não se incomodam também são extremos pecadores e tem um lugar guardado no inferno. E não é exagero, isso é dito inúmeras vezes durante o documentário.

Essa igreja organiza protestos nas ruas e principalmente em funerais de soldados americanos. Eles tem aquela mente que se resuma a "se você não concorda comigo, você está errado". Se você der uma pesquisada dobre o grupo no Google verá inúmeras imagens relacionadas à seita com a frases como "Deus odeia viados" e "Deus odeia a América". Ou seja, eles são guiados pelo ódio e pelo medo divino. Não sei vocês, com ou sem crença, mas eu particularmente vejo Deus como salvador e não o cara que vai apontar o dedo na sua cara e dizer que sua vida é toda errada porque tava escrito assim e você tinha que viver como tal. Mas essa é minha opinião.

Nessa família existem crianças e adolescentes. Todos com o mesmo pensamento. Numa parte do vídeo o jornalista pergunta para uma criança de 7 anos durante um manifesto se ela entende o que significava sua presença ali e ela responde que não. Os mais velhos assumem que não se relacionam com outras pessoas no colégio por eles não serem dessa mesma igreja. Namorar? Nunca. Tomar um café, passear, usar roupas legais, mudar o cabelo e tudo aquilo que todo adolescente adora é proibido. Uma das partes que me chamou bastante a atenção foi a forma como um membro da igreja fala sobre princesa Diana, de como ela foi recebida de braços abertos no inferno, por conta da sua vida de aristocrata e de tudo aquilo que ela acreditava e defendia. Segue abaixo o documentário completo.



Não vou dizer que esse documentário é o melhor que você vai assistir em toda a sua vida, porque definitivamente não é. Mas é um enorme exemplo de como as pessoas são tratadas, fora do Brasil e da nossa realidade, por term atitudes e pensamentos diferentes uma das outras. É legal a forma como o jornalista fica indignado com esse estilo de vida e os pensamentos um tanto quanto macabros dessas pessoas que estão sempre armadas com pedras nas mãos. Prontas para atirar caso você discorde delas.

Esse é um ótimo exemplo de preconceito, visto pelo lado daquele que aponta o dedo para julgar. Eu acredito que cada um tenha sua crença, seu pensamento, sua sexualidade e seu estilo de vida. Privar isso de alguém é como cortar as asas da imaginação de uma criança, talvez elas nunca mais voltem a crescer. E será que dá para ser feliz sem elas?








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