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Filme: The book of love

13:10


Em luto por uma perda recente, Henry cria amizade com uma menina que encontrou revirando seu lixo, ele então decide ajudá-la a construir uma jangada para atravessar o Atlântico.

Meigo e despretensioso, The book of love nos apresenta uma história gostosa de acompanhar, que permeia o drama com leveza, pitadas de otimismo e doçura. A história é simples, mas conquista facilmente, os alívios cômicos bem pontuados nunca quebram o clima, dando mais simpatia ao tom agridoce.

Maisie Williams está muito bem em sua performance como Millie, traz uma personagem forte, mas que possui suas camadas mais frágeis e melancólicas bem exploradas, é muito fácil sentir empatia pela personagem. Além disso, Maisie mostra sua versatilidade como atriz, não se mostrando nem um pouco presa à sua personagem em Game of Thrones, Arya Stark (MARAVILHOSA).


Jason Sudeikis, que eu conheço exclusivamente por comédias, me surpreendeu muito. Seu desempenho é sensível e passa todas as emoções do personagem de forma harmoniosa e envolvente. Seu personagem é cativante e possui uma relação paternal e de amizade muito bonita com Millie.

A história é clichê, não é difícil encontrar filmes do gênero que tratem do mesmo assunto, mas a condução da narrativa é tão bonita que apesar de decifrarmos facilmente o caminho da trama, ela parece ser única. A narração é tocante e ajuda a criar passagens emocionantes durante o filme, há bastante discussão de como a vida pode acabar repentinamente, e que por isso é bom se arriscar ás vezes, sua vida pode sofrer grandes alterações se você for corajoso.

A trilha sonora também não é nada que não tenhamos visto antes, mas é fofa, o que dá um tom muito aconchegante, fazendo com que a história fique ainda mais gostosa de apreciar. O filme passa em um piscar de olhos, principalmente para os fãs de obras singelas que tratam de assuntos cotidianos de forma delicada.


O fim deixa um ponto de interrogação para o espectador, o que pode agradar ou não, mas que dá certo tom inspirador. O que gosto em fins abertos é que podemos criar nossas próprias histórias para os personagens, decifrando seus destinos ou os deixando incertos e misteriosos.

The book of love pode não ser um filme extraordinário que você se lembrará para sempre, mas é o tipo de obra que deixa o seu dia mais gostoso. Faz tempo que eu não indico esse tipo de filme por aqui, e por que não começar o mês de maio com uma obra que passa uma mensagem bonita e nos inspira a sermos mais animados e ousados em relação à vida? Você pode se surpreender.


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