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Filme: Distante nós vamos

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Burt (John Krasinski) e Verona (Maya Rudolph) esperam pelo primeiro filho, eles moram perto dos pais dele, Jerry e Gloria, para terem ajuda e o ambiente familiar na criação do bebê. Ao descobrirem que Jerry e Gloria vão se mudar para a Bélgica por dois anos, sem mais nada os prendendo a cidade onde vivem, eles resolvem visitar parentes e amigos em diferentes cantos do país em busca do melhor lugar para criar uma família. 

O filme de Sam Mendes (diretor de Beleza Americana e Soldado Anônimo) é um delicioso road movie, fácil de acompanhar. A dramédia fofa, engraçada sem ser exagerada e com lindas reflexões sobre a vida, vai conquistando aos poucos, a trilha sonora apaixonante faz com que qualquer um chegue ao fim com o coração derretido.


John Krasinski e Maya Rudolph estão ótimos, possuem muita química e sabem equilibrar comédia e drama muito bem. A condução deliciosa de Sam Mendes faz com a relação dos dois seja ainda mais bonita de acompanhar, com uma atmosfera bastante aconchegante, casando perfeitamente com a fotografia meiga.

Assisti esse filme há cerca de 2 anos, apenas passeando na Netflix, e ele nunca saiu da minha cabeça, é completamente maravilhoso, e aquele tipo que te fisga. Tem ótimos diálogos, divertidos e bem pensados. As discussões sobre maternidade e paternidade são excelentes, não é algo totalmente romantizado, mas tem um olhar otimista e aventureiro. Tudo soa muito natural e convincente, sem exageros ou fantasias, você apenas se envolve com a história e se deixa levar. Além disso, passa uma imagem linda do amor, de como na vida real ele pode ser imperfeito, mas ao mesmo tempo lindo, e mostrando que de fato é possível encontrar um amor verdadeiro.


Distante nós vamos é um filme muito leve e doce, mesmo que você esteja de bom humor, você termina o filme com o dobro de alto astral. A direção é leve e dinâmica, você não sente o “peso” do filme, nem cansaço em momento algum, quando vê já acabou e você está pedindo por mais.

As participações especiais são um show a parte, como a performance super engraçada de Maggie Gyllenhaal, como uma mãe alternativa e meio doida. E Allison Janney que também rouba a cena.


É um filme simples, mas é delicado e apaixonante. É fofo, aconchegante, engraçado, sensível e tocante, deixa qualquer um feliz. Aquele tipo de filme que você nem sabia que precisava assistir, mas que na hora que termina se sente até frustrado por não ter visto antes. 

*O nome oficial lançado no Brasil é “Distante nós vamos”, no entanto se for procurar no catálogo da Netflix, o título é outro, “Por uma vida melhor”, não sei o porquê do erro, mas fica a dica ;)


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