25 de jan de 2019

Tato (+18)

(Imagem: Pinterest)

Você me puxa pelo braço numa festa qualquer, uma que nem estávamos afim de ir. Era aniversario de algum parente de um primo distante seu. Eu já sei quais são as suas intenções quando começa a me beijar. Beijo no pescoço é sacanagem, eu digo, é melhor a gente parar, eu penso. Mas quer saber? Não para.

Sumimos, não queremos saber se tem gente nos procurando ou não. Provavelmente até tenha, provavelmente não, mas eu não me importo com nada disso quando você desce a sua mão pela minha cintura. Você me beija, como se fosse o ultimo beijo das nossas vidas. Eu retribuo porque a gente sabe que sempre foi assim.

Abro suas calças. Alguém pode nós ver aqui, você me diz. Mas eu não me importo. E você também não, do contrario não teria me beijado como se a sua vida dependesse disso. Agora começa, você puxa meu shorts me fazendo delirar de dor... uma dor gostosa. Filho da puta, eu digo.

Não queremos saber quem está ouvindo ou assistindo a gente. Quis provocar? Então toma. Beijo seu pescoço,desço mais, estou na sua barriga, desço mais, que isso... você treme de tesão. Minha vez, você me diz. Não consigo suportar o tesão que sinto quando desce, bem devagarinho. Provoca mesmo, seu otário. Você sobe e sorri. Imploro pra você voltar.

E tu desce. E me toca. Me beija. Eu não aguento. Preciso gritar. Coloco a mão na boca na esperança que o grito não venha. Isso, vai, mais pra baixo, meu Deus que tesão. Eu tremo, você sobe.

Você é maluco, sabia? Pergunto. Você sorri, cara que sorriso lindo que você tem. 

Voltamos a nos beijar, como se não houvesse amanhã. Melhor parar ou começaremos tudo de novo, você diz. E tu, não quer continuar? Pergunto...

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